
“Muitas são as puérperas que tentaram ser “supermulheres” – assumindo uma carreira profissional e ao mesmo tempo querendo ser uma exemplar dona de casa, esposa e amante e ainda excelente mãe –, mas poucas tiveram êxito sem sacrificar a saúde e a sanidade, e às vezes o próprio casamento.
Se você vai conseguir lidar ou não com todas as atividades cotidianas vai depender das decisões e atitudes tomadas agora e depois do nascimento do bebê. Mas será possível sobreviver se você se reconciliar com a realidade: não vai ser possível fazer tudo o que você quer e da maneira com que você deseja. É só uma questão de decidir quais são as prioridades. Se o bebê, o marido e o emprego são a prioridade, a casa imaculada terá que ceder. Se a maternidade em tempo integral a atrai e você puder ficar em casa por algum tempo, talvez possa afastar-se de sua carreira temporariamente. Ou cumprir os compromissos em horário de meio expediente. Ou ainda mudar o seu escritório para dentro de casa.
Basta você não criar falsas expectativas. Ninguém é perfeito, embora possa ser difícil aceitar essa afirmação. Quanto mais você quiser fazer tudo certo, maior será o seu desapontamento quando se deparar com a realidade de que isto é um objetivo inatingível. Por mais que você se esforce, as vezes não dará tempo de arrumar as camas e dobrar a roupa lavada; a comida terá que ser encomendada do restaurante; e ficar sexy acabará se resumindo a conseguir lavar o cabelo. Se estabelecer muitas metas – mesmo que no início você consiga cumpri-las –, acabará gerando frustração.
Qualquer que seja a decisão tomada, a sua nova vida será mais fácil se você não a conduzir sozinha. Atrás da mãe mais bem sucedida acha-se o pai cooperador, desejoso de partilhar a carga de trabalho. Não se sinta culpada ao pedir ao marido para trocar fraldas e dar banho no bebê depois de um dia longo e cansativo no escritório. Talvez seja a melhor forma de ele arejar a cabeça e, ao mesmo tempo, começar a conhecer o filho. Se o papai não estiver disponível (todo o tempo ou parte dele), então a mamãe terá de considerar outras fontes de ajuda: os avós ou outros parentes, babás, creches.”
É! Não vai ser nada fácil... No texto parece tão óbvio! O duro vai ser, ou melhor, já está sendo, no cotidiano... ao vivo e a cores... Não esquecer: Não criar falsas expectativas... Estou me esforçando... Rs...
Oie Priscila, Sou amiga da Lays! O seu blog está muito emocionante. Quem lê sente a alegria que esta nova vida está proporcionando a todos, e com certeza a Bella já é muito amada e esperada!
ResponderExcluirMuito legal, estou adorando acompanhar essa história linda!
Abraços
Que bom que está gostando, Paula! Fique bem a vontade para curtir o blog... ficamos muito contente em vê-la participando como "seguidora"!!! Assim fica mais fácil acompanhar, né!
ResponderExcluirUm grande abraço da nossa família!
Pri, tb não tenho a menor experiência, mas o mais importante pra Bella é a saúde e o amor de toda a família e dos amigos. E tá na cara que ela já é muito querida, né?! E uma super mãe vc já tá mostrando que é. Com o tempo o resto se ajeita. Rsrs.
ResponderExcluirEstão lindas!!! Bjos.